segunda-feira, 11 de novembro de 2013

AMOSTRA
A matéria tem como objetivo esclarecer algumas dúvidas que recebemos no dia a dia a respeito da importação de amostra. As dúvidas mais frequentes são: Tipos de produtos? Quantidade? Limite? Valor? Tributação? Legislação? Existe exigência de LI? Entre outras questões.
Não existe norma específica estabelecendo procedimentos na importação de amostras, portanto segue o regime comum de importação. Porém, quando as amostras são transportadas por correio/courier, devem ser verificados os procedimentos determinados na legislação do correio/courier.
Amostra sem valor comercial abrange produtos que não podem ser comercializados e que se apresentam em quantidade estritamente necessária para dar a conhecer sua natureza, espécie e qualidade, por exemplo, uma importação de calçados em que será enviado somente o pé direito desses calçados. Outro exemplo seria a importação de uma amostra de cosmético que é distribuída como amostra grátis.
Nessa condição, a importação tem isenção de tributos. Porém, se a mercadoria tem valor comercial, será tributada normalmente, não se enquadrando no conceito de amostra previsto na legislação vigente.
Não há norma que estabelece exigência de LI na importação de amostra. O importador deverá consultar a tabela de tratamento administrativo do Siscomex, a fim de verificar se existem exigências para importação desse tipo de produto.
Também não existe limite de valor estabelecido em legislação para amostra, mas, dependendo da modalidade da importação, por exemplo, as encomendas transportadas via courier/correio, sujeitas à aplicação do regime RTS, o limite permitido é de até US$ 3.000,00 (três mil dólares) ou equivalente em outra moeda.
A importação pode ser com ou sem cobertura cambial. Essa questão será definida entre importador e exportador. Normalmente, são cursadas "sem cobertura cambial", por se tratarem de operações em que não existe a comercialização dos produtos.
A importação de amostra sem valor comercial e sem cobertura cambial pode ser feita fora do Siscomex, por meio de formulário DSI, conforme norma específica sobre a Declaração Simplificada de Importação.

Fonte: Aduaneiras

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Petroski & Spengler em novo endereço.

Para melhor atender a seus clientes, amigos e colaboradores a PSCOMEX agora está atendendo em nova estrutura, na Rua Dr. Pedro Ferreira, n° 84 Sobre Loja, sala 02 no Centro de Itajaí. Entre em contato e venha visitar nossa empresa.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Doze navios estão parados devido ao fechamento do canal do Complexo Portuário de Itajaí


Doze navios estão parados esperando para atracar no Complexo Portuário de Itajaí, devido ao fechamento do canal do Itajaí-Açu. O fechamento preventivo, por causa da previsão de chuva, ocorreu na sexta-feira.

Desde então todas as embarcações que chegaram ao complexo não puderam atracar. Todas as embarcações que estavam em operação foram desatracadas antes do fechamento. A praticagem ainda não tem previsão de retorno das atividades.

A determinação da Capitania dos Portos foi em atendimento a ofício da praticagem de Itajaí, que alerta sobre os efeitos que as fortes correntezas possam causar nas embarcações. Ainda não se tem ideia do prejuízo causado com o fechamento.

O ferry boat, que circula no mesmo canal fazenda a travessia entre Itajaí e Navegantes, opera normalmente.

O SOL DIÁRIO



sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Chuvas em SC20/09/2013 | 16h16

Canal de acesso ao Complexo Portuário de Itajaí é fechado preventivamente

Todos as embarcações que estavam em operação foram desatracadas

Canal de acesso ao Complexo Portuário de Itajaí é fechado preventivamente Marcos Porto/Agência RBS
Área de manobras do complexo portuário pode ficar prejudicada com o excesso de chuvasFoto: Marcos Porto / Agência RBS
Por causa da previsão de chuva para as próximas 72 horas, a autoridade marítima de Itajaí determinou o fechamento preventivo da barra de manobras da entrada de navios no Complexo Portuário. Todos as embarcações que estavam em operação foram desatracadas. A determinação da Capitania dos Portos foi em atendimento a ofício da praticagem de Itajaí, que alerta sobre os efeitos que as fortes correntezas possam gerar nas embarcações.
O diretor-executivo do Porto de Itajaí, Heder Cassiano Moritz, garante que estão sendo feitos monitoramentos constantes e que as operações serão liberadas assim que o risco seja minimizado.
Segundo o Centro de Informação de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina (Epagri/Ciran), entre hoje e domingo (20 a 22/09), a previsão é de tempo instável com muita chuva no Estado, moderada a forte e persistente, com acumulados de 200 a 250 mm em média nas próximas 72h, devido à formação e deslocamento de uma frente fria pelo Sul do Brasil.
Em Itajaí, o acumulado de chuva das últimas 24h é de 45 milímetros e alguns pontos do município estão em situação de Alerta. A Defesa Civil está monitorando o nível do Rio Itajaí-açu em Blumenau e em Brusque, que permanece normal. No entanto, a continuidade das chuvas é preocupante e o aumento da correnteza é inevitável. Os valores elevados de marés também dificultam o escoamento das águas das chuvas para o mar.
O SOL DIÁRIO

    terça-feira, 20 de agosto de 2013

    Líder dos fiscais agropecuários diz que paralisação busca interlocução com comando do Ministério da Agricultura

    Presidente do Anffa Sindical, Wilson Roberto de Sá, critica a nomeação do advogado Rodrigo Figueiredo para a Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa
    Wilson Roberto de Sá, presidente do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários
    O presidente do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), Wilson Roberto de Sá, em entrevista ao Mercado e Companhia, no Canal Rural, explicou que a atual paralisação da categoria, que iniciou nesta sexta, dia 16, e tem a adesão de cerca de 80% dos trabalhadores, é uma forma de interlocução com a alta administração do Ministério da Agricultura.
    – Não gostaríamos de ter um desfecho desses, de ter que utilizar um instrumento desses, que é legítimo, o direito de greve, para podermos ter uma interlocução com a alta direção do Ministério da Agricultura e com o governo. Porque, na verdade, o ministério vem sofrendo, e nós sabemos disso. É só voltar no tempo. Em 2011, nós tivemos uma nefasta administração com Wagner Rossi. Agora, me parece que o desenho que está se formando vai novamente nesta direção.
    Além do corte de gastos para o setor, um dos motivos para a greve nacional dos fiscais foi a nomeação do advogado Rodrigo Figueiredo, que foi secretário-executivo do Ministério das Cidades no governo Lula, como novo secretário da Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura. Ele assume o cargo no lugar do médico veterinário Ênio Marques, com mais de 40 anos de atuação no ministério. O líder sindical acusou a escolha de aparelhamento político.
    – Eu não tenho absolutamente nada contra ele e nem contra qualquer profissional de advocacia. Mas a Secretaria de Defesa Agropecuária, pelas suas competências, exige  alguém que seja da área, que conheça dos setores animal e vegetal. Imagina um advogado falando sobre febre aftosa, helicoverpa e outros tipos de doenças que ameaçam esses dois tipos de segmento e a subsistência do país.
    Sá destacou ainda a necessidade de uma recomposição imediata de trabalhadores, já que, segundo ele, o quadro de fiscais conta apenas com 3007 pessoas.
    O analista financeiro do Canal Rural, Miguel Daoud, também criticou a escolha do ministério para o novo secretário de Defesa Agropecuária. Ele afirmou que o governo tem a política como moeda de troca e que, muitas vezes, não se leva em consideração se essa pessoa tem condições ou não de ocupar um cargo. Ele comparou a situação a do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão:
    – Ele [Lobão] não consegue distinguir uma tomada de um interruptor de luz, no entanto, é ministro de Energia. É isso que ocorre no Brasil e por isso que temos essas dificuldades, e é por isso que o mercado financeiro está instável.
    A paralisação dos fiscais agropecuários, que deve durar por tempo indeterminado, vai interferir no funcionamento dos portos, aeroportos e nas atividades de fiscalização de exportações e importações. Apenas a entrada de inseticidas está sendo monitorada. A exportação de soja e a entrada de fertilizantes devem permancer canceladas durante a greve.
    Os fiscais federais agropecuários reuniram-se nesta sexta, dia 16, no Ministério da agricultura para fazer uma avaliação do primeiro dia de greve da categoria, que não tem a adesão total dos três mil servidores de todo o país. No aeroporto de Brasília, eles trabalharam normalmente neste primeiro dia.
    Na última quarta, dia 14, durante o lançamento de um programa de recuperação ambiental, o ministro Antônio Andrade comentou a substituição na secretaria e afirmou que Ênio Marques assumirá a função de assessor especial no órgão.

    Fonte : Portal RURAL/BR, 16/08/2013

    FISCAIS AGROPECUÁRIOS DO BRASIL INICIAM GREVE NACIONAL, DIZ SINDICATO

    Fiscais agropecuários iniciaram uma greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira em todo o país para protestar contra o que chamam de ingerência política e empresarial na nomeação do novo secretário de Defesa Agropecuária.
    Segundo o presidente Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (ANFFA), Wilson Roberto de Sá, "a adesão à greve é bastante grande".
    "Diria que mais de 80 por cento (dos fiscais) já aderiram em todo o país", afirmou ele à Reuters, por telefone. Ele acrescentou que a greve foi também convocada para alertar a população de que um contingenciamento de recursos de custeio pelo governo federal está afetando as atividades da categoria.
    Os fiscais agropecuários cuidam de inspeções e autorizam a liberação de mercadorias em portos, aeroportos e nas fronteiras, além de acompanharem trabalhos de unidades de abates de bovinos, aves e suínos, entre outras atividades.
    Não havia imediatamente informações sobre eventuais problemas causados pela greve nas indústrias de carnes ou para as exportações e importações de grãos e outros produtos agrícolas do país.
    O sindicato protesta contra a nomeação, realizada esta semana, do advogado Rodrigo Figueiredo para o cargo de secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura.
    Para o sindicalista, Figueiredo não tem conhecimentos técnicos para assumir o cargo. "É uma violência contra o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento uma indicação política, um intruso na secretaria, o principal órgão técnico do ministério", afirmou.
    O Ministério da Agricultura informou por meio de sua assessoria de imprensa que não vai se manifestar por ora sobre o assunto.
    Em nota sobre a nomeação do novo secretário, o governo informou que Figueiredo já foi coordenador-geral de Convênios do Ministério da Agricultura, assessor especial do ministro da Agricultura (Mapa), chefe de Gabinete da Secretaria Executiva do Mapa e assessor da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo (SDC), tendo atuado na pasta de 1999 a agosto de 2003.
    Sá afirmou que não há equipes de fiscais para manter as atividades funcionando minimamente, uma vez que o movimento visa a "radicalização" e deve prosseguir até o novo secretário deixar o cargo.
    A Associação Brasileira de Avicultura (Ubabef) informou por meio de sua assessoria de imprensa que é prematuro falar sobre eventuais problemas gerados pela greve, mas que estava levantando informações.
    Outras entidades ligadas aos exportadores de grãos e de carnes não tinham representantes imediatamente disponíveis para comentar o assunto.

    CONTRA CORTES

    Os fiscais também protestam contra a suspensão na liberação de recursos para o custeio, em meio a um contingenciamento de recursos do governo federal.
    "No mês de agosto não foi liberado nenhum centavo. Está instalado um caos administrativo. Não vão colocar isso na nossa conta (dos fiscais)", afirmou Sá.
    Ele disse ainda que a Defesa Agropecuária recebeu somente metade das verbas previstas em julho.


    Por : Roberto Samora e Laiz de Souza, Agência Reuters 16/08/2013

    quinta-feira, 1 de agosto de 2013

    01/08/2013 13h11 - Atualizado em 01/08/2013 13h12

    Brasil está atrasado em inovação, afirma presidente do BNDES

    'Foram 30 anos de altíssima instabilidade', diz Luciano Coutinho.
    Segundo ele, economia 'está ganhando tração apesar da crise'.

    Lilian QuainoDo G1, no Rio

    Em evento na Federação das Indúsrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) nesta quinta-feira (1º), em que foi apresentado o "Barômetro Global de Inovação", pesquisa da GE com 3.100 executivos de 25 países, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho admitiu que o Brasil está atrasado em inovação e explicou o porquê.
    "A estabilização da economia é recente, só se consolidou quando chegamos a R$ 200 bilhões de reservas externas no período de 2004 a 2006, o que deu conforto à instabilidade internacional".
    Coutinho disse ainda que, apesar da crise internacional e das dificuldades da economia, tanto países desenvovidos como emergentes não abandonaram a prioridade da política de inovação.
    "Nesse período de crise internacional, há por trás da cena um processo de transformação não tão evidente por enquanto, mas que está em curso, e vai diferenciar o conjunto de países que tem perseverado no avanço da inovação", disse.
    O presidente do BNDES disse ainda que, "em meio à gravísisma crise internacional, o Brasil cresce abaixo do que se gostaria, mas não entramos em processo de recessão".
    Segundo afirmou, a estabilidade verdadeira tem apenas 10 anos, oferecendo a possibilidade de se enxergar para frente.
    "Foram 30 anos de altíssima instabilidade, era impossível para o setor privado enxergar além de 2 anos. Era impossível adotar inovação a longo prazo. Mas estamos nos movendo, ganhando tração apesar da crise internacional. É preciso acelerar os processos e estamos trabalhando intensamente. Assistimos à reorganização do sistema de ciência e tecnologia numa ascenção sustentada, e à multiplicação de instrumentos apoio à inovação como incentivos fiscais e subvenção empresarial", disse.
    Para ele, os países que não focam na inovação como estratégia fundamental para o crescimento ficarão "na franja do processo de desenvolvimento".

    Investimento da GE

    A CEO da GE no Brasil, Adriana Machado, afirmou que o investimento da companhia para o período de 2011 a 2016 no Brasil chega a US$ 1,3 bilhões. A GE Brasil é a terceira mais importante do grupo no mundo, com faturamento de US$ 3,4 bilhões em 2012.
    Um dos projetos da companhia no país é de melhoria do controle de tráfego aéreo, que pode resultar numa economia de combutível de aviões de 15% a 18%.  O Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, passa por um projeto piloto de redefinição de rotas com vistas a mais segurança e economia.

    "A aposta no Brasil é grande. O centro de pesquisas no Rio de Janeiro, no Parque Tecnológico do Fundão, é referência para a América Latina", disse.
    01/08/2013 09h01 - Atualizado em 01/08/2013 10h07
    Produção industrial brasileira cresce 1,9% em junho, mostra IBGE
    Em maio, a atividade fabril havia recuado 1,8%, segundo a pesquisa.
    Na comparação com junho de 2012, a atividade fabril avançou 3,1%.
    Do G1, em São Paulo
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    A produção da indústria brasileira voltou a crescer em junho, registrando alta de 1,9%, contra queda de 1,8% (dado revisado) no mês anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
    De acordo com o IBGE, três das quatro categorias de uso e 22 dos 27 ramos pesquisados avançaram na comparação mensal, com as variações mais significativas partindo de farmacêutica (8,8%), máquinas e equipamentos (3,2%), outros equipamentos de transporte (8,3%) e veículos automotores (2,0%). 
     Outras contribuições positivas relevantes vieram de máquinas para escritório e equipamentos de informática (11,4%), indústrias extrativas (2,4%), celulose, papel e produtos de papel (2,9%), produtos de metal (3,5%) e alimentos (0,9%). Na contramão, a queda mais signicativa partiu de refino de petróleo e produção de álcool, de 4,1%, foi a mais significativa, conforme aponta a pesquisa.
    Na análise das categorias de uso, bens de capital avançou 6,3%; bens de consumo duráveis cresceu 3,6% e de bens de consumo semi e não duráveis, 2,9%. O setor produtor de bens intermediários não registrou variação.

    Comparação anual

    Na comparação com o mesmo período de 2012, 13 atividades tiveram avanços nas produção - com a maior variação vindo de veículos automotores, que avançou 15,4%.
    Outras contribuições positivas partiram de máquinas e equipamentos (10,0%), refino de petróleo e produção de álcool (5,9%), borracha e plástico (9,7%) e de outros produtos químicos (4,4%). Por outro lado, ainda na comparação com junho de 2012, entre as 14 atividades que reduziram a produção, os principais impactos foram observados em edição, impressão e reprodução de gravações (-6,7%), bebidas (-5,4%), indústrias extrativas (-2,7%) e produtos de metal (-4,2%).
    Na análise das categorias, bens de capital cresceu 18% em junho de 2013; bens de consumo duráveis, 4,5%; bens de consumo semi e não duráveis, 2,3%, e bens intermediários, 0,4%.
    No índice acumulado para os seis primeiros meses de 2013, frente a igual período do ano anterior, foram registradas taxas positivas em três das quatro categorias de uso e em 15 dos 27 ramos pesquisados. A variação mais significativa foi vista em veículos automotores (14,9%), que permaneceu exercendo a maior influência positiva na formação da média da indústria.

    Entre as categorias de uso, bens de capital (13,8%) mostrou maior dinamismo e o setor produtor de bens de consumo duráveis (4,9%) também apontou expansão acima da média nacional (1,9%). A produção de bens intermediários apontou ligeira variação positiva (0,4%), enquanto a de bens de consumo semi e não duráveis recuou 0,6%.
    01/08/2013 12h02 - Atualizado em 01/08/2013 14h23
    Dólar vira e passa a subir nesta quinta-feira
    BC fez intervenções no câmbio nos dias anteriores.
    No acumulado do mês, a moeda fechou com alta acumulada 2,27%.
    Perto das 14h20 (horário de Brasília), a moeda norte-americana avançava 0,77%, para R$ 2,2999 na venda. No acumulado do mês, a moeda fechou com alta acumulada 2,27%.
    A sessão desta quinta promete nova agitação, um dia depois de o Banco Central (BC) ter feito três intervenções no mercado de câmbio. Foi o maior número de operações em um só dia desde agosto de 2002, destaca o Valor Online.
    A agenda norte-americana poderá mais uma vez fazer preço no câmbio em todo o mundo, com a apresentação dos novos pedidos de auxílio-desemprego, números sobre a atividade industrial e os gastos com construção.

    Pouco antes da abertura dos negócios, o IBGE divulgou que a produção industrial brasileira em junho subiu 1,9% frente a maio, acima do esperado por analistas. Na véspera, o dólar fechou em leve alta de 0,08%, a R$ 2,2824 na venda.

    Governo não renovará aumento no Imposto de Importação

          O governo anunciará nesta quinta-feira que não renovará o aumento da alíquota de Imposto de Importação para 100 itens, definido no ano passado, uma decisão voltada para diminuir a pressão sobre a inflação em um momento em que o dólar encostou em 2,30 reais, afirmou uma fonte próxima da equipe econômica à Reuters.
          As alíquotas maiores, que variam conforme o produto, têm validade até o fim de setembro e o governo decidiu antecipar o anúncio da medida para ajudar na formação das expectativas de inflação que, apesar de dar sinais de melhoria, ainda continua em patamares elevados.
          Assim, apesar de o imposto permanecer em patamar elevado por mais dois meses, o setor produtivo já fica informado de que ele será reduzido.
          "A medida está sendo adotada para ajudar a mitigar os efeitos da valorização do dólar sobre a inflação", afirmou a fonte, acrescentando que a maior parte dessa lista é formada por insumos industriais, como aço e resina.
          Em setembro do ano passado, o governo anunciou a elevação da alíquota do Imposto de Importação de 100 produtos, incluindo siderúrgicos e petroquímicos, a fim de estimular o setor industrial a enfrentar a concorrência dos produtos estrangeiros. Naquele momento, as alíquotas foram elevadas para em média 25 por cento.
           De maio para cá, o dólar já subiu 14 por cento ante o real, sendo mais um fator de pressão sobre a inflação. O próprio Banco Central já informou que esse movimento é inflacionário e que serão mitigados com a adoção de uma política monetária adequada.
          Em abril, o BC começou um ciclo de aperto que já elevou a Selic a 8,50 por cento ao ano, dando indicações de que vai continuar essa trajetória.



    sexta-feira, 12 de julho de 2013

    Produção industrial da zona do euro cai em maio e indica recuperação frágil

    BRUXELAS - A produção industrial da zona do euro caiu em maio pela primeira vez em quatro meses, sugerindo uma recuperação frágil e desigual no bloco que enfrenta desemprego recorde e novas tensões políticas no sul.

    A produção industrial nos 17 países que usam a moeda única caiu 0,3% na comparação mensal, após aumento de 0,5%em abril segundo dados revisados da agência de estatísticas da UE Eurostat. Economistas consultados esperavam um declínio de 0,2% em maio.
    Na comparação com o mesmo período do ano passado, a produção industrial em maio caiu como esperado 1,3%, após contração de 0,6% em abril.
    A produção das duas maiores economias da Europa, Alemanha e França, recuou em maio, com Itália e Espanha mostrando pequenos aumentos. No geral, a produção industrial foi afetada por uma queda de 2,3% na produção de bens duráveis, como carros e TVs. Alemanha, França e Itália respondem por dois terços da produção industrial da zona do euro.


    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/producao-industrial-da-zona-do-euro-cai-em-maio-indica-recuperacao-fragil-9007406#ixzz2YpjpE2fu 
    Japão revisa produção industrial de maio para alta de 1,9% ante abril

    TÓQUIO, 12 Jul (Reuters) - A produção industrial do Japão subiu 1,9% em maio ante o mês anterior, de acordo com dados revisados divulgados nesta sexta-feira, sugerindo um aumento sólido na atividade fabril devido à força da demanda doméstica.
    A leitura ficou pouco abaixo da estimativa inicial de aumento de 2,0 % e seguiu-se a uma alta de 0,9% em abril.
    O índice de utilização da capacidade avançou 2,3% em maio ante o mês anterior, para 98,1.


    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/japao-revisa-producao-industrial-de-maio-para-alta-de-19-ante-abril-9007544#ixzz2YpjWzyvX 
     
    Economia brasileira tem retração de 1,4% em maio, aponta Banco Central


    SÃO PAULO - O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado espécie de sinalizador do Produto Interno Bruto (PIB), registrou retração de 1,4% em maio ante abril, de acordo com dados dessazonalizados, informou o BC nesta sexta-feira.

    Analistas consultados pela Reuters esperavam queda mensal de 0,90% em maio, de acordo com a mediana de 17 projeções. As estimativas variaram de quedas de 1,60% a 0,30%. O levantamento anterior mostrava que a economia brasileira havia crescido 0,84%, em abril sobre março, nas contas do Banco Central. O número mostrava uma desaceleração, já que o índice da autarquia (IBC-Br) registrara uma expansão da economia de 1,07% no mês anterior. Ou seja, a série histórica indica que a economia do país segue em desaceleração.
    O governo trabalha com a hipótese do crescimento da economia brasileira ficar abaixo de 3%. A projeção da equipe econômica é considerada otimista demais pelos economistas do mercado financeiro. Segundo a pesquisa que o Banco Central faz com os analistas das principais instituições financeiras do país, a previsão para a expansão da economia brasileira despenca há um mês. Os sucessivos rebaixamentos da expectativa são reflexo de expectativas piores: mais juros e inflação alta.


    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/economia-brasileira-tem-retracao-de-14-em-maio-aponta-banco-central-9007557#ixzz2YpiUSgyH 
    Ações asiáticas têm queda em meio a cautela antes de dados da China


    SYDNEY - Os investidores das ações asiáticas passaram a adotar a cautela nesta sexta-feira, mesmo após um fechamento recorde em Wall Street, visto que os mercados se concentravam em dados chineses que podem oferecer evidências de fraqueza na segunda maior economia do mundo. 
    Economistas consultados veem um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) chinês no segundo trimestre em 7,5% na mediana das projeções. Os dados serão divulgados na segunda-feira.
    — Os dados fracos da balança comercial da China em junho fornecem um patamar pessimista para as estimativas do PIB no segundo trimestre. Dados mensais, incluindo a produção industrial e o investimento fixo, mostram que a economia da China desacelerou mais no segundo trimestre — disse o economista Alaistair Chan, da Moody's analytics em Sydney.
    Uma confirmação de maior fraqueza na economia da China afetaria o apetite pelo risco. Mesmo assim, os principais mercados chineses tiveram a melhor semana em meses, auxiliados por sinais de suporte para setores prejudicados pelo excesso de produção.
    Às 8h12 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão caía 0,3 por cento, após três sessões de ganhos sólidos.
    Opondo-se à tendência mais fraca da região, as ações australianas valorizaram-se 0,16%, devido em grande parte à força nas principais mineradoras como a BHP Billiton.
    Anteriormente, os investidores haviam comemorado o compromisso do chairman do Federal Reserve, banco central norte-americana, Ben Bernanke, em manter a política monetária expansionista pelo horizonte relevante.
    Antes das declarações, dele, os mercados haviam começado a precificar a perspectiva de o Fed reduzir seu programa de compra de ativos já em setembro, após uma série de dados encorajadores que mostraram uma clara recuperação na economia.


    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/acoes-asiaticas-tem-queda-em-meio-cautela-antes-de-dados-da-china-9007390#ixzz2Ypi6CcKS 

    quarta-feira, 10 de julho de 2013

    Exportações chinesas caem 3,1% em junho, o maior recuo em 4 anos


    Importações do gigante asiático registraram queda de 0,7%. Ainda assim, país fechou junho com superávit comercial de US$ 27,1 bi.


           As vendas ao exterior da China alcançaram os US$ 174,3 bilhões durante o mês de junho, o que representa uma queda de 3,1% em relação ao mesmo período do último ano, informou nesta quarta-feira (10) a Administração Geral de Alfândegas do gigante asiático.
            Esta inédita queda das exportações não ocorria desde janeiro de 2012, quando as vendas ao exterior apresentaram uma queda de 0,5%, e o dado anunciado hoje supõe a maior queda dos últimos quatro anos.
          O organismo informou também que as importações do gigante asiático se situaram aos US$ 147.1 bilhões no mesmo período, 0,7% a menos que em junho de 2012.
           Apesar das vendas ao exterior terem caído em maior medida do que as compras, o primeiro exportador mundial fechou junho com um superávit comercial equivalente a US$ 27,1 bilhões. Com tudo, o volume total de comércio exterior do primeiro exportador mundial apresentou uma baixa de 2% em relação aos números de junho de 2012.
            Os analistas atribuem os maus resultados de junho a uma maior vigilância por parte das autoridades nas transações comerciais - os números dispararam nos primeiros meses do ano depois que várias companhias aproveitaram este canal para movimentar dinheiro -, à frágil demanda externa, o esfriamento da segunda economia mundial e o crescente protecionismo.
            No primeiro semestre do ano, o volume de comércio exterior da China chegou praticamente aos US$ 2 trilhões, 8,6% a mais em comparação com os seis primeiros meses de 2012.
            Este crescimento está acima do limite marcado por Pequim para este ano, de 8%, embora esta meta tenha sido qualificada recentemente de "difícil de ser cumprida" pelas próprias autoridades chinesas, que levaram em conta as perspectivas pouco confiáveis de crescimento econômico para o resto do ano.

            Durante o ano de 2012, a China constatou a fraqueza da demanda externa e, particularmente, a queda de intercâmbios comerciais de seu principal sócio, a União Europeia, e registrou um crescimento de seu volume total de comércio exterior de 6,2%, um número muito abaixo dos objetivos estipulados e dos alcançados em exercícios anteriores.

    terça-feira, 10 de abril de 2012


    China retoma posição de maior importador do Brasil

    Por Célia Froufe e Eduardo Rodrigues
    A China voltou a figurar no mês de março como o maior comprador individual de produtos brasileiros. O país importou US$ 3,906 bilhões enquanto os Estados Unidos, que lideraram as compras nos dois primeiros meses do ano, adquiriram US$ 2,320 bilhões, incluindo as aquisições de Porto Rico. Os números da balança comercial foram divulgados nesta segunda-feira pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
    A nova posição da China no comércio externo brasileiro fez do país asiático o principal destino das exportações brasileiras no primeiro trimestre, com um total de US$ 7,892 bilhões. No mesmo período, os EUA compraram US$ 6,965 bilhões.
    Em março, a Ásia importou US$ 6,727 bilhões do Brasil, enquanto a União Europeia, US$ 4,340 bilhões. Os países do Mercosul responderam por um volume de US$ 1,826 bilhão e os do Oriente Médio, por US$ 965 milhões. África e Europa Oriental importaram US$ 823 milhões e US$ 323 milhões, respectivamente no período.
    A despeito de a China ter voltado a liderar as compras do Brasil em março, o aumento dos embarques brasileiros para a Ásia vem tendo suporte principalmente do incremento das exportações para outros mercados do continente. Especificamente em março, na comparação com o mesmo mês de 2011, enquanto o aumento das exportações para a China foi de 17,8%, para a Índia esse incremento chegou a 132% e para Taiwan, a 73%. Já as Filipinas importaram 454% mais no período. "As Filipinas não têm uma base de comparação alta, mas certamente Índia e Taiwan têm", afirmou Tatiana.
    Mesmo perdendo a liderança dos embarques brasileiros no mês passado, o MDIC ressaltou o peso dos Estados Unidos para o comércio brasileiro. O País registrou um aumento de 40,34% das compras em março na comparação com o mesmo mês de 2011. "O maior dinamismo dos EUA tem contribuído para o resultado comercial brasileiro", disse a secretária de Comércio Exterior do MDIC, acrescentando que a pauta para o país é diversificada e com grande participação de produtos manufaturados.
    Governo faz acordo para projeto que impede guerra dos portos


    O governo conseguiu fechar um acordo com parlamentares e deverá votar na semana que vem a resolução 72, que estabelece a igualdade da alíquota de ICMS cobrada pelos Estados em 4% nas importações. O mecanismo evita a chamada guerra dos portos, na qual unidades da federação reduzem o tributo para atrair navios carregados com produtos importados. O acordo foi amarrado sob condição de aprovação conjunta com outro assunto de interesse dos governadores: a alteração do cálculo da dívida dos Estados com a União.
    "Isso fará com que os governadores tenham inclusive um melhor equilíbrio das suas contas, capacidade de maior investimento e uma justiça tributária, uma vez que o ICMS melhor divido entre os Estados também equilibrará as contas de muitos Estados", explicou a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, articuladora política do governo.
    Em reunião com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e líderes governistas no Congresso Nacional, foi acordado que o chamado indexador da dívida - base de juros para cobrança do débito de cada Estado - deixará de ser o índice de inflação IGP-DI mais variável de 6% a 9,5% (dependendo da unidade da federação) para a taxa Selic, estabelecida pelo Comitê de Política Monetária. O acordo foi amarrado com o aval da presidente Dilma Rousseff.
    Outra matéria deverá correr em conjunto da resolução 72 e mudanças no indexador da dívida é a Proposta de Emenda à Constituição que distribui a arrecadação do comércio eletrônico entre Estados onde estão situadas as matrizes (predominantemente São Paulo) e os Estados onde estão os compradores.
    Todos os projetos estão em fase de comissão no Senado.

    terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

    O ocidente está preste a declarar guerra a China! Será uma luta desigual e o ataque será a qualquer momento.

    Os motivos são graves. A China vinha sorrateiramente se preparando há tempos com
    estratégias para enfraquecer o futuro inimigo. Ela conseguiu, destruindo todas as estruturas
    econômicas dos países ocidentais. O Ocidente está em profunda crise econômica, só resta
    reagir com o uso de sua estrutura militar antes que seja tarde demais. Por isso o primeiro
    ataque será a qualquer momento.
    Você se assustou? Ainda bem que podemos brincar com coisas sérias numa situação
    seríssima.
    A economia ocidental realmente está em profunda crise e todos querem culpar a China.
    Mas a China não tem culpa nenhuma. Ela apenas retirou o pano sob o qual se escondiam os
    resultados negativos que as falsas políticas sociais produziram no Ocidente. É necessário ter
    política social, mas isso é tarefa de governo e não se pode impor tal tarefa ao cidadão que cria
    empregos. Quando se cria vantagem para uma pessoa e desvantagem para outra, é óbvio que
    se cria um desequilíbrio operacional, e um dia a conta chegará ao próprio beneficiário. As
    políticas sociais, no âmbito trabalhista, são 100% originárias da demagogia política, porque são
    direitos artificiais oferecidos às custas de quem, ao criar um emprego, já está praticando o
    maior ato social. Um direito trabalhista não é um direito social, ele é um assalto institucional que
    obriga a vítima (o empregador) a colocar a mão no bolso e passar o dinheiro para uma terceira
    pessoa (o empregado), do qual o assaltante (o governo) espera um repasse da parcela em
    forma de “voto”. E chamam isso de política social. Puro engano! A verdadeira política social é
    quando toda a sociedade, representada por seu governo, se mobiliza para ajudar quem
    necessita, mostrando como deveria realmente ser eficiente com a saúde, a segurança, a
    educação, para seus cidadãos contribuintes. Mas ele não o faz, para priorizar com mais
    recursos os salários milionários do corporativismo do Estado; para alimentar a corrupção e
    acobertar a incompetência administrativa, expressa na má qualidade dos eleitos pela maioria
    inculta ou inconsciente de eleitores. A carga tributária e a ineficiência administrativa são
    diretamente proporcionais ao índice de corrupção e demagogia do país.
    Nós só temos que agradecer, e muito, à China.
    Quando um político, demagogo por excelência, fala que mais de 40 milhões de brasileiros
    chegaram à classe média nos últimos anos não é porque o poder de compra deles aumentou,
    mas é porque o produto do sonho de consumo deles tornou-se muito barato e acessível,
    graças à China. “Não foi Maomé que foi à montanha, mas a montanha que foi até Maomé.”
    Não fosse pela China, nós estaríamos pagando mais de R$ 500,00 por uma camisa e não
    Receita vai intensificar análise de importações...

    A Receita Federal terá, a partir deste mês, uma unidade especializada para fiscalizar operações de comércio exterior, especialmente as importações. Será o Centro Nacional de Gerenciamento de Risco, com sede no Rio de Janeiro. Os alvos do Fisco são as compras suspeitas de falsa declaração de origem, prática de dumping (preço abaixo do normal) e mercadorias produzidas em outros países que chegam ao país com indícios de fraude nos preços.
    A entrada maciça de importações direta ou indiretamente vinculadas a práticas desleais de comércio avança no Brasil à medida que o país amplia o volume de comércio exterior. "Esse aumento traz, em seu conjunto, práticas irregulares", disse o subsecretário de Aduana da Receita Federal, Ernani Argolo. Em 2011, as importações somaram US$ 226,2 bilhões, 24% acima do registrado em 2010. Simultaneamente, a Receita Federal computou alta de 16% nas apreensões de mercadorias contrabandeadas ou ingressadas no país por meio de práticas desleais de concorrência comercial.
    O Centro Nacional de Gerenciamento de Risco deverá ampliar o cruzamento de informações sobre as mercadorias que ingressam no país, de forma a identificar, com mais rapidez, as operações ilegais. Os fiscais atuarão em colaboração com representantes do setor privado.
    Um trabalho preliminar iniciado com os setores têxtil e de calçados culminou nas operações "Panos quentes" e "Passos largos". Em ambas situações, fiscais e empresários trabalharam em conjunto na investigação de importações subfaturadas e com falsa declaração de origem, destinadas a burlar o recolhimento do direito antidumping (sobretaxas) aplicado a produtos fabricados na China.
    No ano passado, as apreensões de vestuário atingiram R$ 93 milhões, 35,7% acima do registrado em 2010. As retenções de calçados somaram R$ 10,6 milhões, 122% maiores.
    Também em 2011, as receptações de mercadorias suspeitas de prática de dumping somaram US$ 277,6 milhões, resultado das apreensões de pneus, alho, PVC, alto-falantes, fibras sintéticas, ferros elétricos, tecidos e canetas esferográficas. Operações similares deverão abarcar outros setores, como o de brinquedos e a indústria farmacêutica.
    No balanço apresentado ontem, a Receita Federal informou apreensão recorde de produtos falsificados, contrabandeados ou ligados a fraudes comerciais. As maiores receptações foram de veículos (R$ 120,6 milhões, mais 14% em relação ao mesmo período no ano anterior), cigarros (R$ 114,5 milhões, ou 22% a mais), relógios (R$ 108,5 milhões, 135%), vestuário (R$ 92,9 milhões, 35,8%) e bolsas (R$ 61 milhões, 118%).
    Ernani Argolo comentou que houve uma mudança nas práticas de contrabando. Os contraventores, que usavam comboios de ônibus de turismo, passaram, nos últimos anos, a transportar as mercadorias em carros de passeio. No ano passado, 6 mil veículos foram interceptados, enquanto o número de ônibus bloqueados foi de 283.
    A Receita Federal atua em 35 aeroportos, 34 pontos de fronteira e 209 recintos alfandegados em portos. Em 2011, as 1.260 ações fiscais resultaram em R$ 4,6 bilhões em lançamentos de créditos tributários.

    Fonte : Jornal "Valor Econômico" 02/2012

    segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

    Governo reduz imposto de importação de 298 produtos

    A Câmara de Comércio Exterior aprovou queda de alíquota a até 2% para itens não produzidos no Mercosul


    BRASÍLIA. Em mais uma rodada de reduções da tarifa de importação, para reduzir custos de setores ao mesmo tempo estratégicos e sensíveis da economia, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou nesta terça-feira a medida para 298 produtos das áreas de bens de capital (máquinas e equipamentos), de informática e de telecomunicação. Esses itens foram incluídos no regime de ex-tarifário, que permite a queda da alíquota a até 2% para bens não produzidos no Mercosul.
    A redução do Imposto de Importação vai valer até 31 de dezembro de 2012. Fora do regime de ex-tarifário, as alíquotas para bens de capital são de 14% e para bens de informática e telecomunicação, de 16%. Os segmentos mais beneficiados com as concessões são os de mineração, siderurgia e de autopeças.
    De acordo com a Camex, os investimentos globais previstos relacionados aos novos ex-tarifários chegam a US$ 4,6 bilhões e os valores relacionados à importação de equipamentos são de US$ 570 milhões. Os produtos serão importados principalmente da Alemanha (26%), da Itália (16%), dos Estados Unidos (13%) e do Japão (11%).
    Os projetos relacionados aos novos ex-tarifários têm objetivos diversos. São exemplos abastecer o mercado interno, aumentar as exportações, diversificar a matriz energética brasileira e melhorar o transporte urbano.
    Entre os principais projetos vinculados à medida estão a construção de uma usina de pelotização (processo de beneficiamento de produtos químicos e minério de ferro, por exemplo) e de um novo minérioduto. Também se destaca a instalação de uma nova fábrica de motores, com capacidade para produzir 120.000 unidades por ano, e de uma usina de biocombustíveis.

    Fonte o Globo.
     
     Até mais!!!


    segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

    Importação bate recorde e superávit da balança é o menor desde janeiro

    Em novembro, saldo positivo da balança comercial somou US$ 583 milhões.
    No acumulado do ano, superávit sobe 75,3%, para R$ 25,9 bilhões.

     As importações bateram recorde histórico em novembro deste ano, quando a média diária de compras do exterior somou US$ 1,05 bilhão, informou nesta quinta-feira (1º) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

     A média diária é considerada, por especialistas, o melhor critério para comparações, pois elimina a diferença de dias úteis existente entre os meses. Em valores absolutos, entretanto, as importações somaram US$ 21,19 bilhões e não foram as maiores da história - perdendo para agosto deste ano (US$ 22,28 bilhões).

     Fonte G1